Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Chico Ferreira
O réu Jackson Pinto da Silva passa por júri popular na tarde desta terça-feira (20), na sede do Fórum de Cuiabá. Ele responde pelo feminicídio contra a esposa Nilza Moura de Souza, motivado por desavença em relação a patrimônio.
A vítima foi encontrada enterrada nos fundos de um de seus imóveis, no bairro Parque Cuiabá, em 5 de maio deste ano. Logo após a localização do corpo, o marido recebeu ordem de prisão. Ela era tratada como desaparecida e o homem, chegou a registrar boletim de ocorrência de suposto sequestro.
Preso, ele admitiu o crime, mas não o detalhou. A perícia apontou que Nilza foi asfixiada com um lacre plástico e depois levada ao local onde foi enterrada.
Durante o desaparecimento da mulher, o acusado fez transferência de R$ 18 mil de Nilza para sua conta. Na época da prisão, o réu disse que matou após “perder a cabeça” durante discussão.
Conforme familiares, o homem dava sinais de abuso na relação, mas não há confirmação de violência doméstica física. O casal já se relacionou anteriormente, mas oficializou a união apenas em 2024. A vítima era empresária do setor imobiliário e tinha vários imóveis, já o marido não exercia atividade fixa.
